Quando a Qualidade Faz a Diferença 76

Empresa se firma no mercado como uma das mais importantes no ramo de cursos livres e ganha título reconhecido internacionalmente.

Uma escola que transforma jovens em profissionais de sucesso.

Acesse: www.escolasdigitalmax.com.br

Fazer a diferença, esse sempre foi o intuito da Digital Max, desde sua fundação.  Ser nacionalmente reconhecida, como uma escola profissionalizante de excelência, é sem dúvidas, uma das maiores vitórias dos idealizadores Claudio Rodrigues e Ronaldo Souza, ao criar os cursos livres da Digital Max (DMX), há 13 anos. Começando apenas como um curso de informática, os sócios, vendo a necessidade dos jovens, se aperfeiçoaram sendo diferentes dos demais, implementando em suas escolas os cursos de robótica, software livre, empreendedorismo e inglês.

Todo o trabalho resultou na DMX, que atualmente conta com mais de 3000 alunos em 5 unidades entre Rio de Janeiro e São Paulo e uma equipe com mais de 120 profissionais qualificado,  com o objetivo de preparar os jovens para o mercado de trabalho. Além dos ensinamentos dentro de sala, o diferencial da DMX é buscar o entrosamento entre todas as unidades, através de eventos que ocorrem no decorrer do ano, como a Copa DMX e a escolha do Garoto e Garota Digital Max, além da Revista X, que abre espaço para alunos e professores interajam ainda mais:

“A Revista X, nasceu no ano de 2017 e estamos indo para a quarta edição completamente reformulada e com maior interação digital. A ideia inicial era um produto voltado para a Digital Max. Com a primeira edição tivemos a grande surpresa, a repercussão da revista foi surpreendente, colocando anunciantes e colaboradores. Dessa maneira, a revista toma outro atingindo não só a DMX”.

O programa Empresários de Sucesso, exibido pela Record News, foi conhecer todo o projeto e diferencial da Digital Max. O programa, no ar há mais 12 anos em rede nacional, traz reportagens com empresários de todo o Brasil que atuam em diversos setores. Com mais de 100 mil alunos formados, a Digital Max se tornou um dos principais nomes na área de cursos livres do mercado.  Além de formar profissionais para o mercado de trabalho, a Digital Max aposta em seus alunos para um crescimento dentro da empresa, como no caso da ex-aluna e hoje colaboradora, Letícia França. “Fiz um prova na unidade e consegui a nota máxima. Com o curso de formação de auxiliar administrativo, fui convidada a fazer parte do time da Digital Max.” 

Todo esforço realizado em tornar a Digital Max em uma das mais renomadas empresas no ramo de cursos livres do mercado foi reconhecido através de um dos principais encontros empresariais do mundo: A Brazil Quality Summit, idealizado pela Latin American Quality Institute (LAQI). A LAQI é uma organização privada, fundada na Cidade de Panamá no ano de 2001. Seu principal objetivo é o incentivo e apoio à competitividade das empresas e organizações latino-americanas. A Quality Summit (Conferência da Qualidade) é um evento empresarial realizado anualmente em diversos países. Congrega os líderes do contexto corporativo no qual se desenvolvem, com o propósito de compartilhar informações e conhecimentos, além de reconhecer o trabalho realizado em suas gestões de qualidade. A Digital Max, através de seus idealizadores, será contemplada com o troféu de reconhecimento, na categoria Empresa Brasileira do Ano, no ramo da educação, que destaca o compromisso público com a qualidade e excelência dos serviços oferecidos.

A Digital Max segue servindo de exemplo no mercado do empreendedorismo e sempre pensando no melhor para seus alunos e colaboradores. Na contramão dos demais cursos, a Digital Max tem, no seu diferencial, o seu atendimento. Prestativa e com uma equipe qualificada, a escola busca sempre proporcionar acolhimento aos seus alunos e colaboradores, mostrando que crescimento não se faz apenas dentro de sala de aula.


Acesse: www.escolasdigitalmax.com.br

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Inteligência Emocional 46

Por: Renato Lopes

Já dizia uma música “É preciso saber viver”. No mundo moderno, a conquista de bens materiais, o sucesso na carreira através de estudos e trabalho e a estruturação de bons relacionamentos são algumas das situações que definiriam o que chamamos de um bom modo de viver. Mas como explicar tantas frustrações, tantas pessoas que afirmam não terem sucesso em nenhum departamento da vida, com insatisfações profundas e que definem a sua vida com uma única frase: “Ainda não me encontrei”!

O conhecimento é a base da vida, mas não há conhecimento no mundo que ajude ou supere o mais importante de todos, ou seja, o autoconhecimento! Quando conseguimos nos enxergar realmente como somos, conseguimos definir melhores diretrizes para nossas escolhas , o que consequentemente irá gerar  resultados mais satisfatórios porque poderemos agir e reagir melhor frente a situações e pessoas. Isso é o que poderíamos chamar de desenvolvimento pessoal, o equilíbrio entre a razão e a emoção, de forma a entender e dominar os próprios sentimentos; não para negá-los ou sufocá-los, mas para trabalhá-los de forma inteligente com vantagens em todos os departamentos da vida.

A psicologia, entendendo essa necessidade, caracterizou esse indivíduo como inteligente emocionalmente e assim através do psicólogo americano Daniel Goleman, criou-se e difundiu-se o conceito de Inteligência Emocional.

Em um encadeamento lógico, a situação seguiria naturalmente este caminho: Compreender os próprios sentimentos e emoções e também os de outras pessoas,  favorecendo as relações através de uma linha de conduta na qual trataríamos cada pessoa e/ou situação de acordo com a necessidade, evitando desequilíbrios que provocariam resultados negativos para si e/ou para o próximo.

 Como chegar a isso? É possível através do desenvolvimento de habilidades a autovigilância comportamental, a saber:

  • Autoanálise da sua reação diante das situações que vivencia; o que essa reação causou de impacto e imediatamente mudar a atitude se o resultado foi negativo.
  • Autoanálise nas tomadas de decisões, não deixando a impulsividade falar mais alto, sempre decidindo com calma e reflexão, seja com atitudes ou palavras.
  • Autoanálise de suas emoções e sentimentos a curto, médio ou longo prazo.  Se algum sentimento pode trazer algum prejuízo a si, evite-o e se não conseguir, controle-o até conseguir dominar em vez de ser dominado. Exemplos: raiva, medo, insegurança, tristeza.
  • Autoanálise de seus potenciais e habilidades, não se deixando dominar por ilusões, identifique o que é bom e isto trará autoconfiança e você poderá sempre se auto motivar. Identifique as fraquezas e transforme-as em força. Reconheça seus erros e aprenda com eles.
  • Autoanálise nas chamadas “situações-limite”, como trabalhos sobre pressão e cobranças para que ansiedade, síndromes e sentimentos de fuga ou desistência passem a fazer parte da sua vida. Mantenha calma, respire e tenha bons pensamentos para que possa agir racionalmente frente a isto.
  • Autoanálise de sentimentos e emoções seguem naturalmente uma sequência de enfrentamento, entendimento e expressão deles. Não tenha medo de se expressar, de forma racional e equilibrada. Seja sincero com aquilo que pensa, com você mesmo e com os outros.
  • Autoanálise de direitos e deveres seus e do próximo. Isso pede que você se interesse pelo outro e muitas vezes se coloque no lugar dele para entender sua atitude em certa situação. Quando eu entendo o outro, tenho possibilidade de desenvolver o respeito, me solidarizar e mesmo valorizar seus talentos. Compreendemos neste ponto, que as habilidades se completam, que o outro muitas vezes sabe mais do que nós e isto não seria nenhum motivo de vergonha, mas sim uma maior possibilidade de aprendizado. Permita-se aprender com os outros.

       Já sabemos identificar que é PRECISO SABER VIVER, mas na mesma música se diz: “É preciso ter cuidado para mais tarde não sofrer” e “se o bem e o mal existem, você pode escolher”.

     Podemos terminar com uma frase do mesmo psicólogo Daniel Goleman, que difundiu o conceito da Inteligência Artificial:

“As emoções são contagiosas. Todos sabem disso por experiência. Depois de um bom café com um amigo, você se sente bem. Quando encontra um balconista rude em uma loja, se sente mal”.

E com um questionamento muito simples:

Quem somos nós?

O bom amigo do café ou o balconista rude?

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