Quando a Qualidade Faz a Diferença 127

Empresa se firma no mercado como uma das mais importantes no ramo de cursos livres e ganha título reconhecido internacionalmente.

Uma escola que transforma jovens em profissionais de sucesso.

Acesse: www.escolasdigitalmax.com.br

Fazer a diferença, esse sempre foi o intuito da Digital Max, desde sua fundação.  Ser nacionalmente reconhecida, como uma escola profissionalizante de excelência, é sem dúvidas, uma das maiores vitórias dos idealizadores Claudio Rodrigues e Ronaldo Souza, ao criar os cursos livres da Digital Max (DMX), há 13 anos. Começando apenas como um curso de informática, os sócios, vendo a necessidade dos jovens, se aperfeiçoaram sendo diferentes dos demais, implementando em suas escolas os cursos de robótica, software livre, empreendedorismo e inglês.

Todo o trabalho resultou na DMX, que atualmente conta com mais de 3000 alunos em 5 unidades entre Rio de Janeiro e São Paulo e uma equipe com mais de 120 profissionais qualificado,  com o objetivo de preparar os jovens para o mercado de trabalho. Além dos ensinamentos dentro de sala, o diferencial da DMX é buscar o entrosamento entre todas as unidades, através de eventos que ocorrem no decorrer do ano, como a Copa DMX e a escolha do Garoto e Garota Digital Max, além da Revista X, que abre espaço para alunos e professores interajam ainda mais:

“A Revista X, nasceu no ano de 2017 e estamos indo para a quarta edição completamente reformulada e com maior interação digital. A ideia inicial era um produto voltado para a Digital Max. Com a primeira edição tivemos a grande surpresa, a repercussão da revista foi surpreendente, colocando anunciantes e colaboradores. Dessa maneira, a revista toma outro atingindo não só a DMX”.

O programa Empresários de Sucesso, exibido pela Record News, foi conhecer todo o projeto e diferencial da Digital Max. O programa, no ar há mais 12 anos em rede nacional, traz reportagens com empresários de todo o Brasil que atuam em diversos setores. Com mais de 100 mil alunos formados, a Digital Max se tornou um dos principais nomes na área de cursos livres do mercado.  Além de formar profissionais para o mercado de trabalho, a Digital Max aposta em seus alunos para um crescimento dentro da empresa, como no caso da ex-aluna e hoje colaboradora, Letícia França. “Fiz um prova na unidade e consegui a nota máxima. Com o curso de formação de auxiliar administrativo, fui convidada a fazer parte do time da Digital Max.” 

Todo esforço realizado em tornar a Digital Max em uma das mais renomadas empresas no ramo de cursos livres do mercado foi reconhecido através de um dos principais encontros empresariais do mundo: A Brazil Quality Summit, idealizado pela Latin American Quality Institute (LAQI). A LAQI é uma organização privada, fundada na Cidade de Panamá no ano de 2001. Seu principal objetivo é o incentivo e apoio à competitividade das empresas e organizações latino-americanas. A Quality Summit (Conferência da Qualidade) é um evento empresarial realizado anualmente em diversos países. Congrega os líderes do contexto corporativo no qual se desenvolvem, com o propósito de compartilhar informações e conhecimentos, além de reconhecer o trabalho realizado em suas gestões de qualidade. A Digital Max, através de seus idealizadores, será contemplada com o troféu de reconhecimento, na categoria Empresa Brasileira do Ano, no ramo da educação, que destaca o compromisso público com a qualidade e excelência dos serviços oferecidos.

A Digital Max segue servindo de exemplo no mercado do empreendedorismo e sempre pensando no melhor para seus alunos e colaboradores. Na contramão dos demais cursos, a Digital Max tem, no seu diferencial, o seu atendimento. Prestativa e com uma equipe qualificada, a escola busca sempre proporcionar acolhimento aos seus alunos e colaboradores, mostrando que crescimento não se faz apenas dentro de sala de aula.


Acesse: www.escolasdigitalmax.com.br

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O que é Coworking? 113

“Grande parte dos espaços de coworking existentes hoje foram fundados por empreendedores “nômades” de tecnologia, que buscavam locais de trabalho alternativos aos cafés e às suas próprias casas.”

Por: Thiago Dal Bello

Atendendo aos anseios do mercado e, por muitas vezes, como uma saída profissional em tempos de crise, os últimos anos viram surgir uma nova geração de micro e pequenas empresas assim como também o aumento  no número de profissionais liberais. Juntos com estes profissionais, quase sempre bem antenados com as novas tecnologias, o coworking surge como uma forma diferente de atender fornecedores e clientes.

O coworking é um escritório compartilhado que une o prazer de um ambiente diferenciado, com tendências do freelancing e das start-ups. Com isso, os participantes se reúnem com o objetivo de trabalhar e trocar experiências  em ambientes inspiradores e dinâmicos, além de usufruírem dos benefícios financeiros que o compartilhamento oferece. No Brasil, contam-se mais de 100 espaços. No mundo todo, estima-se que já existam mais de 4.000 espaços em funcionamento.

E na prática, o que é o coworking?

No coworking há a vantagem de poder dividir as responsabilidades com o grupo, considerando que também haverá a troca de  experiências com outros profissionais e empresas, tendo assim,  a chance de encontrar soluções para possíveis problemas.

Os perfis dos empreendedores participantes do coworking podem ser bem diferentes, então,  é necessária a adaptação em ambientes também diversos, mas mesmo quem não é ainda adepto deste tipo de negócio  confessa que é, no mínimo, interessante pensar em um ambiente cheio de criatividade onde as ideias não param de surgir e as pessoas têm o mesmo objetivo de compartilhamento e evolução constantes.

” Não é preciso se apegar em um local fixo para exercer as atividades, é isso?”

 Muitas empresas, freelancer (profissionais autônomos) e empreendedores fazem o coworking de escritório, onde, apesar de flexível, criam uma rotina diária. Entretanto,  para desfrutar dessas vantagens, o colaborador não precisa pagar aluguel mensal e frequentar os espaços todos os dias, o escritório  pode ser usado para dias específicos individualmente ou junto com sua equipe, para uma reunião, para um bate papo e assim vai. Muitos lugares, hoje, alugam uma mesa ou uma  sala de reuniões, cobrando pela diária.

No Brasil vem crescendo o Coworking, pois o compartilhamento do espaço além da divisão de custo, atrai os clientes, pois eles podem achar tudo o que precisam em único espaço. Até consultórios médicos já aderiram a  essa ideia, dividindo os espaços com várias especializações.

Desde o seu surgimento, em 2007, no Brasil, os escritórios compartilhados têm acompanhado a tendência mundial, e crescido bastante. Em 2016, apesar da crise, eram 378 escritórios compartilhados ativos no Brasil. Um crescimento de 52% em relação ao ano anterior. A locação de posições de trabalho ainda é principal fonte de receita que mantém um coworking aberto. A locação de salas privativas, de reunião e aluguel para eventos, treinamentos e workshops também apresentam números bastante expressivos quando o assunto é o rendimento dos coworkings, por isso, além das iniciativas individuais, já existem  hoje no mercado, várias empresas que se especializaram em oferecer este tipo de espaço investindo em salas privativas, também conhecidas como escritórios mobiliados. Uma abordagem que ajuda a conquistar clientes mais conservadores, e que só agora estão conhecendo os conceitos de economia colaborativa.

Revista X-Coworking

 

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Gênero Super-Herói 130

“Fox, Marvel e Sony investindo pesado nos filmes”

Os filmes que são protagonizados por super-heróis por anos foram classificados apenas como filmes de super-heróis, como se super-herói fosse um gênero cinematográfico, talvez porque todos os filmes protagonizados por heróis tinham enredos que seguiam a mesma fórmula. Esses filmes eram produzidos pensando em um público bem específico, crianças e nerds, mas não a visão de nerd que temos hoje em dia; mas sim aquele nerd esteriotipado, como o Jeff Albertson, ou como é mais conhecido, o Cara dos Quadrinhos de Simpsons, que tem uma loja chamada “Calabouço do Androide”. 

Talvez fosse pelo público, ou talvez pela crítica de cinéfilos que nem sempre era favorável a esse tipo de filme, o “gênero” super-herói não era algo bem visto.  Era raro você ouvir alguém falar que estava ansioso pela estreia do novo filme do Batman, ou comentando aquela batalha épica do super-homem. Na verdade, filmes de super-herói, na maioria das vezes eram apenas aquele filme que você iria ver na Sessão da Tarde se não tivesse nada melhor para ver.

 Revista X - Super-Herois

O interesse pelo gênero começou quando a Marvel vendeu parte de seus direitos para alguns estúdios tentando fugir da falência. Acabou que depois a Marvel se tornou uma produtora (Marvel Studios) e começou a “brigar” contra a Fox, que tem os direitos dos X-Men e Quarteto Fantástico, e Sony, que tem os direitos do Homem Aranha. Com essa briga tanto a Fox, quanto a Marvel e Sony investiram pesado nos filmes querendo cada vez mais conquistar seus fãs. O sucesso inicial foi tanto que a Warner, vendo isso, quis investir nesse mundo de super-heróis, trazendo para a briga os heróis da maior rival da Marvel (a DC). Esse grande investimento que passou a ocorrer fez o jogo virar de vez, muitos dos aclamados críticos que torciam o nariz para esse tipo de filme passaram a aguardar ansiosos a sua estreia. 

Com o sucesso dos filmes, não demorou muito para que as produtoras retornassem a fazer séries focadas em super-heróis. Esse universo se expandiu tanto que foi necessário mudar a antiga fórmula de enredos batidos e devido a grande audiência  de filmes desse gênero, foi necessário reinventar. Como fazer, então, filmes do Homem-Aranha, Batman e Super-Homem que não fossem uma refilmagem dos filmes antigos? Era necessário que os filmes de super-heróis não fossem mais apenas filmes de Super-Heróis. 

Revista X - Super-Heróis

Com toda essa visibilidade, foi então que os filmes mudaram. Pense nos filmes Logan, Deadpool, Capitão América – Soldado Invernal, Thor e Guardiões da Galáxia. Pensou? Todos são filmes do “gênero” super-herói, mas esse é o único ponto em comum entre esses filmes, enquanto Logan é um filme com um apelo mais dramático (e não estou falando isso por ser a despedida de Hugh Jackman do papel de Wolverine); Deadpool é uma boa comédia; Capitão América seria classificado como um Thriller de Ação; Thor, Fantasia e Guardiões da Galáxia é uma Ópera Espacial.

Temos até mesmo gêneros cinematográficos diferentes em filmes do mesmo herói, por exemplo no caso de Homem-Aranha. O Homem-Aranha do Tobey Maguire é uma aventura, enquanto o primeiro Homem-Aranha do Andrew Garfield carrega um lado mais dramático.

Na real, “super-herói” não  deveria ser considerado um gênero, ele é um tipo de personagem que é usado para contar uma historia e cada vez mais podemos ver gêneros como comédia, ação, thriller, aventura em filmes e séries que contém um herói como protagonista. Por exemplo, a série DemolidorRevista X - Super-Herois é policial, algo mais frio, mais sério, mais violento… Algo como um Noir contemporâneo. Arrow seria uma série dramática tem mais tensão e é sombrio.  Em contrapartida, Flash e Supergirl misturam humor com aventura, suas cenas são bem mais iluminadas e cheias de piadinhas.

Até o universo de X-Men está mudando sua roupagem com os filmes “X-Men – Fênix Negra”, que tudo indica será um filme com mais drama e muito parecido com 007 Cassino Royale, e “Novos Mutantes” que estava para ser lançado esse ano, mas foi adiado para Fevereiro de 2019, pois segundo a produção do filme, o mesmo não estava assustador o suficiente. Sim, isso mesmo que você leu, se prepare que “Novos Mutantes” promete muito terror, eu já estou me preparando para não conseguir dormir depois do filme.

Não seria exagero nenhum dizer que essas mudanças estão vindo apenas para o bem, pois é nessa abrangência de gêneros que teremos muitos novos filmes bons vindos por aí e com toda a tecnologia para efeitos especiais que temos hoje em dia, tenho certeza de que  os nossos heróis dos quadrinhos vão conquistar cada vez mais espaço e fãs com sua nova versatilidade.

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