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Copa de 2002 – O renascimento do Fenômeno 0 54

O último Mundial, em 2002, foi organizado pela primeira vez por duas nações, Coréia do Sul e Japão, e terminou com a conquista do pentacampeonato pelo Brasil.

Sob o comando de Luiz Felipe Scolari, a Seleção, muito criticada pela imprensa brasileira por causa de seu jogo não muito favorável e forte na marcação, ficou conhecida como a “Família Felipão” pela união que o treinador alcançou com o time.

Revista X - CopaA disputa pela taça também marcou o retorno triunfal do atacante Ronaldo, que, nos quatro anos anteriores, passou por duas contusões preocupantes em seu joelho e sofrera uma convulsão na última final da Copa.

Pouco se esperava e tudo se conseguiu daquela seleção brasileira de 2002. A campanha foi impecável: sete jogos, sete vitórias. Consolidado nos três “Rs” (Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho), o Brasil escondeu os temores que a caminhada incompleta nas eliminatórias deixara e foi campeão.

A seleção teve vitórias sobre a Turquia (2 a 1, gols de Ronaldo e Rivaldo), China (4 a 0, gols de Roberto Carlos, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo), Costa Rica (5 a 2, gols de Ronaldo, duas vezes, Edmílson, Rivaldo e Júnior), Bélgica (2 a 0, gols de Rivaldo e Ronaldo), Inglaterra (2 a 1, gols de Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho), novamente Turquia (1 a 0, gol de Ronaldo) e Alemanha (2 a 0, dois gols de Ronaldo).

Dentre os jogadores, os destaques foram para Cafu, que se tornou o primeiro a disputar três finais de Copa seguidas e o Ronaldo (fenômeno) que foi o artilheiro da competição, marcando oito gols e levando a torcida brasileira a um estágio sublime de empolgação.

Em suma, com todas essas recordações, não nos falta entusiamos para torcer pela seleção brasileira na atual Copa.  O Brasil tem reformulado, há anos, o esporte criado pelos ingleses e tem eternizado esse sentimento na mente e no coração dos torcedores apaixonados por futebol.

Avante, Brasil! Seja forte, lute e conquiste a sexta estrela!

 

 

 

 

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Após 24 anos, Brasil conquistou novamente o seu lugar 0 45

Realizado nos Estados Unidos, a Copa de 1994 tirou um peso das costas de todos aqueles que torciam por um resultado positivo, pois a Seleção Brasileira levou 24 anos, desde o tricampeonato, para levantar a taça novamente.

Revista X - Copa

O Mundial viu a Seleção comandada por Carlos Alberto Parreira apresentar um futebol pragmático e ter em Romário seu grande ídolo e salvador. Com um time sólido na marcação, superaram a enorme desconfiança que a cercava e, pouco a pouco, ganhou forma na disputa pelo título. Houveram grandes momentos, como a vitória de 3 a 2 sobre a Holanda nas quartas de final e a batalha final nos pênaltis contra a Itália.

Romário – O grande craque da Copa de 94

Na Copa, Romário marcou cinco vezes e foi determinante na conquista do tão sonhado tetracampeonato. Ignorado pela Seleção até cerca de um ano antes do Mundial, o atacante comprovou sua genialidade em uma Copa inesquecível.

Revista X - CopaRevista X - Copa

O Baixinho foi o suprassumo do talento necessário em uma equipe tão objetiva. Fez cinco gols: um em cada jogo da primeira fase, contra Rússia (2 a 0), Camarões (3 a 0) e Suécia (1 a 1), um nas quartas de final, diante da Holanda (3 a 2), e outro nas semifinais, na vitória de 1 a 0 sobre a Suécia, de cabeça.

Revista X - Copa

Contudo, passou em branco na decisão, contra a Itália, mas converteu seu pênalti na disputa final e saiu consagrado como um dos grandes craques da história dos Mundiais e provou, para todos, que com sua pequena estatura, mas carregando um potencial que não cabia dentro de si, é possível entrar para o ranking dos gigantes da bola.

 

 

 

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