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Star Wars – A Ascensão Skywalker, 40 anos de história chega ao fim 71

40 anos é um tempo muito longo pra existência de qualquer franquia. Sobreviver a tendências cinematográficas e outros inúmeros obstáculos, só poderia acontecer se essa franquia possui um local cativo no coração de seus fãs. E quando o nome de “Star Wars” vem à mente, não estamos falando de qualquer coisa, de uma sequência de filmes “esquecíveis” (algo muito comum na atualidade) mas sim de um produto que revolucionou a cultura Pop e a cultura Geek de tal forma, que encerrar a franquia depois de tanto tempo é um misto de pesar e uma responsabilidade Hérculea para as mãos de J.J Abrams. Como por um fim satisfatório para tantas histórias incríveis ? Como encerrar um legado que através das décadas inspirou gerações de pessoas e inúmeras outras produções ?

“A Ascensão Skywalker” opta pela zona de conforto e pela praticidade em sua jornada narrativa, se valendo de muitas fórmulas já utilizadas anteriormente na franquia, o que pode parecer como um Déja Vu em vários momentos para os mais observadores. Isso porque a espinha dorsal do roteiro se baseia no fornecimento de respostas para inúmeras questões deixadas em aberto ao longo da Saga, seja dessa nova trilogia ou das anteriores. Justamente por isso, por precisar responder tantas perguntas e encerrar tantos caminhos, o ritmo de informações transmitidas em tela para o público é constante e acelerado, com o objetivo de te envolver na sensação de clímax e urgência que um encerramento costuma trazer. Isso não prejudica o conteúdo que foi apresentado e nem seu teor artístico, mas algumas subtramas poderiam ter sido desenvolvidas com uma maior delicadeza, ao invés de se valer de meras “conveniências de roteiro”.
A Alma de “A Ascensão Skywalker” é sem dúvidas o seu elenco. Agora fica bem claro como a jornada de cada personagem se conecta e como cada caminho trilhado por eles, junto com suas funções bem definidas em tela, os trouxe até aqui. Os personagens de Rey, Poe e Finn são inteiramente responsáveis por todo o carisma desse último episódio, com uma química rica e uma conexão emocional entre eles tão poderosa, que é capaz de envolver a audiência convincentemente. Mesmo Kylo Ren (por quem eu não nutro grandes amores) é um personagem essencial para este capítulo, e sua relação com Rey é levada a um nível mais profundo, mais detalhada, justificando muito de suas motivações nos capítulos anteriores desta trilogia.
Existem muitas cenas épicas em “A Ascensão Skywalker”. Cenas fortes, Sobrenaturalmente emocionais, de fazer você se arrepiar. Inclusive trazendo a aparição de icônico vilão que todos pensavam estar morto. Mesmo que sua utilização seja um recurso questionável (no que diz respeito a explicar convincentemente seu retorno), o confronto com o mesmo é um dos Ápices da produção. Este episódio Possui um fan service absurdo a tudo que possa fazer menção ao Universo de Star Wars, e talvez justamente por esse uso da nostalgia, muitos acontecimentos possam parecer Óbvios demais pra quem já é bem familiarizado com a franquia. A sensação é de que é uma conclusão feita para agradar “Ao Império e a Resistência”, algo que possa ser apreciado por Todos, sem muita discussão.
“Star Wars: A Ascensão Skywalker” encerra de forma condensada porém satisfatória, uma jornada de muitas décadas. Corrige os pontos que desagradaram o público em “Os Últimos Jedi” e ilustra através de vários meios toda a beleza que o Universo de Star Wars possui e o porquê ser o sucesso que é. Mesmo dentro de uma abordagem mais segura, consegue prender a atenção do início ao fim, pois sua capacidade de conexão com a audiência é plena.
A Saga chega ao fim, Mas a Lenda durará para sempre. Testemunhem o fim da Saga Star Wars e que a força esteja sempre, sempre com vocês.
Assistam !
🌟 8.0 / 10.0
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Adaylton Freitas Tricampeão Mundial de Muay Thai 387

Nascido na cidade de Boituva (SP), no dia 21 de Abril de 1990, Adaylton Parreira de Freitas teve seu primeiro contato com o mundo das lutas aos seis anos de idade, praticando karatê. Aos oito, ingressou para o Kung Fu, porém aos 12, mudou os planos e tentou o sonho da maioria dos garotos da sua idade: ser jogador de futebol.

Aos 17 anos foi dispensado do time de futebol do Rio Preto – da cidade de São José do Rio Preto, em São Paulo – e voltou para sua cidade, onde decidiu fazer o que mais lhe dava prazer: lutar! No auge dos seus 18 anos, Adaylton conheceu a CBKB (Confederação Brasileira de Kickboxing), que realizava treinamentos com atletas renomados na capital de São Paulo.

Orientado pelo professor Cris, precisou apenas de duas semanas de treino para que conseguisse seu primeiro grande reconhecimento: O vice-campeão no Campeonato Paulista de Kickboxing, na categoria até 75kg. Na sequência, foi disputar o Campeonato Brasileiro, na qual ficou sem treinador, mas pôde contar com o apoio do ex-campeão “Marcão” Rodrigues, que posteriormente acabou por se tornar o seu mentor. Alcançou excelentes resultados e foi convidado pelo próprio “Marcão” a treinar em sua academia chamada MR (Marcos Rodrigues).

Como precisava de um treino mais intensificado, saiu de sua cidade e foi buscar mais oportunidades na capital de São Paulo. Contou que, para se sustentar, precisou conciliar os treinos com o trabalho de segurança, que fazia aos finais de semana.

Sempre acompanhando e atento ao forte empenho de Adaylton, seu mentor Marcão proporcionou a participação em cinco lutas, entre os anos de 2008 e 2010. Lutas que dependiam do peso exigido no torneio. Foi assim que seguiu viajando, lutando e aprendendo. Diante disso, passou a ministrar algumas aulas na academia do Marcão.

Em 2011, deu inicio ao seu grande salto na carreira: embarcou para a Tailândia, onde identificou a oportunidade de evoluir nas artes marciais. Morou lá por cinco anos e pôde lutar por dezenas de vezes, na qual conquistou três títulos mundiais e se tornou o primeiro brasileiro a ganhar, em 2012, uma luta no Thay Fight, um dos mais afamados torneios de Muay Thai do mundo.

A rotina diária de treino diário era dura, pois chegava a academia às 6hs da manhã e corria por treze quilômetros. Após, batia saco e fazia trabalho de sparring a tarde, onde chegava às 15hs e ia embora às 19hs, relembra. Ficou na academia da cidade de Bangkok por três anos. Os estrangeiros chegavam e voltavam, mas ele continuava. O sustento vinha das bolsas de lutas, pois nunca teve patrocinadores. Fazia em média, três lutas por mês. Chegou a lutar cinco vezes em trinta dias e chamou a atenção dos organizadores dos eventos.

Em 2014, um fato inesperado aconteceu: durante uma luta, fraturou uma das canelas e acabou contraindo uma infecção, cuja conseqüência foi retirar um pedaço da carne com o objetivo de evitar que bactérias atingissem o osso da perna. Diante dessa intempérie, preciso se afastar dos ringues por quase dois anos.

     

Atualmente, Adaylton viaja o país com um sistema de ensino, passando toda sua experiência de vida e técnicas de luta, que aprendeu durante sua passagem pela Tailândia: “Eu não tive a ajuda que posso oferecer hoje para quem não tem. Se eu puder ajudar, mesmo que seja apenas 1%, é gratificante. O que eu puder dividir de experiência, farei com prazer.”

Instagram @adayltonfreitas1

facebook: /adayltonfreitasofficial

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