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Copa de 1962 – O show de Garrincha no Chile 248

Em mais um momento de glória da Seleção Brasileira, a Revista X vem contar para vocês como foi a Copa de 1962.

Na publicação anterior, falamos um pouquinho da Copa de 58, na qual foi marcada pelo sucesso do nosso eterno Rei Pelé. Entretanto, quatro anos depois, Garrincha chegou com tudo para balançar a rede no Chile e mostrar que é possível ser um gênio da bola mesmo com as pernas tortas.Revista X - Copa

A seleção brasileira chegou à Copa de 1962 com nove jogadores campeões de 1958. A equipe, naturalmente, era favorita ao título, mas a lesão na coxa esquerda sofrida por Pelé, logo na segunda partida, contra a Checoslováquia, colocou em dúvida a capacidade do Brasil ser campeão.

Entretanto, a responsabilidade de substituir o Pelé ficou com o Amarildo e logo no seu primeiro jogo como titular, o atacante do Botafogo tratou de tranquilizar a torcida brasileira: marcou os dois gols da vitória por virada sobre a Espanha.

 

Revista X - Copa

Contudo, para conquistar o bicampeonato mundial, o Brasil precisava de um craque capaz de desequilibrar jogos difíceis. E, na ausência de Pelé, Garrincha fez história. Com suas pernas tortas, desnorteou todos os adversários.

Se Maradona carregou a Argentina nas costas em 1986, Garrincha fez isso muito antes, em 1962, com o Brasil. Sem Pelé, contundido, foi o camisa 7, aos plenos 28 anos, tomou conta do Mundial. E o cardápio não foi só de dribles impossíveis de ser contidos: o gênio fez gols, cruzamentos perfeitos, cobrou faltas magistrais, escanteios perigosíssimos. Foi um craque completo, a ponto de arrancar a seguinte manchete do jornal chileno El Mercurio: “Garrincha, de que planeta vienes?”

Todavia, Garrincha não foi o destaque principal na final. Mas com 3 gols marcados por Amarildo, Zito e Vavá, o Brasil se consagrou, com toda justiça e merecimento, bicampeão mundial.

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Na Copa de 1970, falaremos da despedida do Rei e de um time inesquecível com Jairzinho, o furacão de todos os jogos; Rivellino, com sua patada atômica; Gerson com seus passes surpreendentes e Tostão com seu jeito discreto que formaram ao todo um conjunto mágico de alegrias incomparáveis para a torcida brasileira.

 

 

 

 

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Fashion Revolution 68

O Fashion Revolution é um movimento global, criado após o desabamento do edifício Renan Plaza, em Bangladesh, onde havia cinco fábricas de roupas, que produziam para grandes marcas globais. O desastre aconteceu em 24 de Abril de 2013, deixando 1138 mortos e 2500 feridos. As vítimas eram em sua maioria mulheres jovens, que eram mantidas em condições análogas à escravidão. Desde então pessoas de todo o mundo se reuniram para usar o poder da moda para mudar o mundo.                                                                                                   O movimento pede maior transparência, sustentabilidade e ética na indústria da moda. Querem mobilizar E unir toda a indústria da moda e dá início a uma revolução para mudar a maneira como as roupas são adquiridas, desde a produção á compra, de modo que todo o consumo mundial seja feito de forma limpa, segura e justa.

Revista X - ModaMudança positiva.

O Fashion Revolution acredita em uma indústria da moda que valoriza o capital humano e o meio ambiente. E usa a transparência como uma medida de mudança positiva.                                                                                                Hoje com apenas cinco anos o Revolution já é o maior movimento de ativismo de moda do mundo e conta com o envolvimento de 66 mil pessoas, que no ano passado participaram de 100 eventos da revolução da moda. Desde passarelas e roupas, até exibições de filmes, painéis de discussão, acrobacias criativas e workshops. Outros eventos ocorreram em escolas e universidades envolvendo até celebridades e influenciadores.

As marcas estão respondendo

Desde o seu nascimento o Revolution convida consumidores a perguntar ás marcas como e qual o processo de produção, usando a hashtag  #whomademyclothes

A iniciativa teve um impacto significativo nas redes sociais, levando as marcas a responder às perguntas dos clientes.  Marcas como Zara, Dar face, Massimo Dito entre mais de duas mil marcas de moda varejista que responderam com informações reais sobre seus fornecedores ou com fotos de seus funcionários.

Conquistas

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Pessoas do mundo inteiro se envolveram, mais de 100.00 pessoa usam as mídias sociais para perguntar as marcas que usam #whomademyclothes.                                                                                                                              As marcas ouviram, o que gerou mudanças como melhores condições de trabalho para agricultores, centenas de fábricas em Bangladesh agora são locais seguros para se trabalhar, o salário mínimo para os trabalhadores do vestuário aumentaram e houve uma redução nô uso de produtos químicos tóxicos.

 

Revolution Week

O Fashion Revolution atua durante o ano todo em diversos países, mas durante a semana de aniversário do movimento, acontece o Revolution Week, um convite para mais pessoas se juntarem ao movimento. Realiza-se  uma série de eventos conscientizadores. Palestras workshops, desfiles iniciativas universitárias em 33 estados do Brasil.                                                                                                                                                                   O Fashion Revolution ainda possui e disponibiliza materiais educacionais gratuitos.

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